Cinema

As 10 relações mais marcantes do cinema entre mães e filhos

Costumamos dizer que mãe é uma só, mas no cinema elas são muitas – figura materna rende ótimos papéis para atrizes de todas as idades, sejam dominadoras, sofridas, protetoras ou simplesmente más. Na semana do dia das mães o Cinema & Afins elegeu as 10 relações mais marcantes do cinema. E aproveitando o momento, desejo para todas (e futuras) mamães um feliz dia das mães.

O longa dirigido por John Waters é o mais puro retrato da mãe adorável, carinhosa e perfeita. Seu marido, o dentista Eugene (Sam Waterston), seus filhos Misty (Ricki Lake) e Chip (Matthew Lillard) completam a cena de uma feliz família de classe média, que se choca ao saber que uma de suas vizinhas está recebendo telefonemas obscenos. O que eles não imaginam é que a “querida e doce” mamãe tem uma forma pouco convencional de cuidar dos assuntos familiares. Ela mata todos aqueles que se atrevem a cruzar seu caminho.

Indicado ao Oscar de filme estrangeiro em 2002, este longa argentino acompanha a historia de Rafael Belvedere (Ricardo Darín), dono de um restaurante herdado do seu pai)e a relação com sua mãe (Norma Aleandro), que sofre de mal de Alzheimer.

Uma das mais famosas histórias de mães e filhos, baseada em livro de Fannie Hust, que foi adaptado duas vezes ao cinema, em 34 e em 59. A trama traça um paralelo entre os problemas de uma mulher branca bem-sucedida e sua empregada negra,renegada pela filha,que se faz passar por branca. Ainda que melodramática, a versão mais recente, com Lana Turner, dirigida pelo mestre Douglas Sirk, é um clássico.

Depois de perder a mãe adotiva, a jovem negra Hortense (Marianne Jean-Baptiste) vai atrás da mulher que a pariu. Encontra Cynthia (Brenda Blethyn), uma mulher branca, amável e solitária, que enfrenta dificuldades pessoais e familiares. Com poucas coisas em comum, as duas buscam um entendimento. Palma de Ouro e prêmio de Melhor Atriz (Brenda Blethynem) em Cannes, no ano de 1996.

Se você gosta de biografias não autorizadas, este filme é o que se pode chamar de obra prima do gênero. Além de uma narrativa ao mesmo tempo sensível e dramática, que vai envolver você desde o primeiro instante. Mamãezinha Querida traz Faye Dunaway em uma personificação impressionante de Joan Crawford. Baseado no “best seller” escrito por Christina Crawford, filha adotiva de Joan, que mostra a face violenta e alcoólatra da atriz que foi um dos maiores mitos de Hollywood, este filme consegue passar ao espectador a sensação de participar de dentro, de um terrível drama familiar.

Em plenos anos 60, uma espirituosa mãe solteira (Cher) cuida com carinho de suas duas filhas. Mas seu jeito de ser, sexy e descompromissado, cria confusões na cabeça da filha adolescente (Winona Ryder) que, apesar de judia, alimenta sonhos de se tornar uma freira.

Depois de dois casamentos fracassados, o escritor de ficção científica John Henderson (Brooks) decide se aproximar mais da mãe. O motivo de sua ação, no entanto, não é nada nobre. Para John, se ele receber uma polpuda herança, poderá ser mais bem-sucedido nos relacionamentos. Determinado em reaproximar-se, ele se muda para a casa da mãe (Reynolds).

Durante uma greve de fome feita por membros do IRA (Exército Republicano Irlandês) na cadeia, responsável pela primeira grande crise do governo Thatcher, duas mães de ativistas sofrem com a situação dos filhos. A sra. Quigley (Helen Mirren) é a pacata professora, avessa a ativismos e violência, que nada sabe da militância de seu filho. Já a sra. Higgins (Fionnula Flanagan) odeia ingleses, não tem medo de encarar as tropas da rainha e apóia incondicionalmente a ação do filho no IRA.

Jodie Foster é uma mulher recém-separada é surpreendida com a invasão de sua casa por três homens estranhos. Logo ela e sua filha Sarah (Kristen Stewart) vão para um quarto secreto, construído especialmente para situações de emergência. Com direção de David Fincher esse suspense se tirar fôlego mostra bem o que uma mãe super protetora é capaz .

No filme, Clint Eastwood conta história de Christine Collins (Angelina Jolie), uma mulher solteira que tem seu filho de nove anos seqüestrado, mas logo ele é devolvido à família. O problema é que ela suspeita que a criança não seja a dela, o que a leva a enfrentar a corrupção no departamento de polícia de Los Angeles. Acusada de insanidade, a mulher é jogada no hospício (e, quando descobre uma conspiração que envolve policial e políticos na morte do menino, parte para uma cruzada dramática para descobrir o verdadeiro matador). Indicada pelo Oscar, Angelina Jolie mostra uma força incomum ao lutar pelo seu filho.

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