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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Cinema & Afins » Listas

Top 10 - Os casais mais marcantes do cinema

por em 8/06/2011 às 14:13

Os-casais-mais-marcantes

John Tyree (Channing Tatum) é um jovem soldado que foi para casa durante uma licença da guerra e acaba se apaixonando por Savannah Curtis (Amanda Seyfried), universitária idealista. Durante os próximos sete tumultuosos anos, o casal é separado pelas missões cada vez mais perigosas de John. Apesar de se encontrarem apenas esporadicamente, eles mantêm o contato por meio de cartas de amor. Com essa premissa, “Querido John ” dirigido pelo sueco Lasse Hallström (Um Lugar Para Recomeçar) chega neste final de semana aos cinemas em todo território nacional .

Com a aproximação do filme, me recordei de alguns outros casos de amores ‘fadados a darem errado’ – por diferenças, ou simples acontecimentos (as vezes não tão simples assim) – e acabei resolvendo fazer uma lista de 10 casais (e creia, seriam muito mais se eu não tivesse me controlado!) que marcaram a história do cinema (ou ao menos, a minha). Assim, deixo vocês com meus 10 casais preferidos. Todos passaram por inúmeras dificuldades, acabando em algumas histórias engraçadas e outras trágicas, mas no final, fica a prova que todo romântico sempre quis: o amor supera todas as dificuldades!

Corra,-Lola,-Corra

Em ‘Lola Rennt’, encontramos o típico: se correr o bicho pega, se ficar…o bicho come. Lola é filha de um rico pai bancário, extravagante e com um namorado, digamos envolvido em uma ENORME encrenca. Manni é o coletor de uma quadrilha e estava tendo o seu dia de sorte carregando uma grande quantidade de dinheiro do bando como teste de confiança. Só que, para o seu azar, perdeu o dinheiro no trem da cidade. Entrando em desespero e tendo que, em 20 minutos, recuperar todo o valor perdido, desesperado, ele liga para sua namorada. Lola começa uma incansável corrida contra o tempo para tentar arrumar todo o dinheiro e evitar que seu namorado não tenha de acertar as contas da gangue…com sua própria vida. É uma prova de amor, é uma dificuldade EXTREMA!

Afinal, você conhece alguém que passaria pela quantia de sufocos que a protagonista passa nesses 20min. por…amor?

A maioria das pessoas abriria mão do dinheiro, do relacionamento. Lola não. E, literalmente, correr contra o tempo, é sua forma de demonstrar isso.
Curiosidade: A forma irregular do filme ser contado já foi utilizada em diversas outras produções, mas excepcionalmente esta, foi ‘parafraseada’ no clipe ‘Ocean Avenue’ da banda ‘Yellowcard’.

Henry-Roth-&-Lucy-Whitmore

Muitos relacionamentos passam por situações desagradabilíssimas devido esquecimentos: datas de aniversário, primeiro beijo, à quanto tempo o casal se conhece… Essa situação é inevitável quando se está na pele de Henry e Lucy.

Henry Roth é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista.
Seu novo alvo é Lucy Whitmore, moradora local por quem ele se apaixona perdidamente. Porém há um pequeno detalhe que pode atrapalhar: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer.
Devido à isso, Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado. Após assistir a esse filme, ter um aniversário de namoro esquecido é quase um elogio! Ter a persistência de fazer alguém se apaixonar, de diferentes formas, TODOS os dias até o fim DOS DIAS é trabalhoso, ocupa muito tempo, e é preciso ter muito amor no coração para fazer isso. Graças à Deus Lucy encontrou Henry (ou foi o contrário?), ou então nunca teria tido sua história de amor.

O-Curioso-Caso-de-Benjamin-Button

Diferenças de idade sempre deram trabalho em relacionamentos. Mas, e se elas fossem somente aparentes?

Nova Orleans, ano de 1918. Benjamin Button nasce, de forma incomum: aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta anos mesmo sendo um bebê. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo, Button rejuvenesce. Coisa que só consegue ser ‘ignorada’ quando somos crianças. E é então, quando ainda criança, que ele conhece Daisy, da mesma idade que ele, por quem se apaixona. Mas como pode um amor destes acontecer se é preciso esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin rejuvenesça para que, visualmente, tenham idades parecidas?

Bem, essa história, que foi inspirada na famosa frase de Mark Twain: “A vida seria infinitamente mais feliz se pudéssemos nascer aos 80 anos e gradualmente chegar aos 18“, nos mostra que a vida não seria infinitamente mais feliz, mas sim, mais dolorosa. Para viver um amor deste, principalmente o tempo estipula limites. E é preciso ter maturidade para saber quando o seu está próximo. É um filme maravilhoso, Pitt e Blanchett tem uma relação incomum, que em conjunto com a história contada, comove.
Curiosidade: Este é o 2º filme em que Brad Pitt e Cate Blanchett atuam juntos. O anterior foi Babel (2006).

Sr.-&-Sra-Smith

O segundo casal envolvendo Brad Pitt, não tem uma história comovente, mas sim um casal que, literalmente, quer se matar.

John e Jane Smith trabalham como assassinos de aluguel. Eles são também casados, mas um não sabe do trabalho do outro por trabalharem em empresas ‘concorrentes’, e assim, vivem atualmente uma vida entediada.
A situação entre eles muda de rumo quando cada um recebe um novo trabalho de sua respectiva agência, que faz com que eles se encontrem para realizar a mesma missão. Temos uma prova de que a tênue linha entre ‘amor e ódio’ existe, e realmente, é fácil transpassá-la.
As cenas de ‘luta’ e da guerra em que se transforma a vida do casal são excelentes, e a química de Brad e Angelina é tanta, que hoje em dia formam, na vida real, um dos casais mais belos e estáveis de Hollywood – mesmo que a crítica não consiga suportar isso.
Curiosidade: Após a saída de Nicole Kidman de Sr. e Sra. Smith, Brad Pitt também decidiu deixar o projeto. Apenas após a contratação de Angelina Jolie é que o ator decidiu por retornar ao elenco.

Ps.-Eu-te-Amo

‘Até que morte nos separe.’ Ao casar, todo e qualquer casal utiliza esta frase, mas seremos capazes de ser seprados mesmo que pela…morte?

Holly Kennedy é casada com Gerry, um irlandês engraçado por quem é completamente apaixonada. Porém quando Gerry morre devido a uma doença a vida de Holly também acaba, já que ela entra em profunda depressão. Oque ela não esperava era que Gerry deixa-se para ela diversas cartas antes de morrer, cada uma delas buscando guiar Holly no caminho de sua recuperação, de sua libertação do estade de luto, não apenas de sua dor pela sua perda mas também, uma rota até sua própria redescoberta.

Muitos acharam o tema ‘mórbido’, mas eu, sinceramente, acho lindo o fato de que alguém, sabendo que vai morrer, importa-se com a situação na qual vai deixar a sua ‘alma-gêmea’. Nem o fantasma de Patrick Swayze em ‘Ghost’ consegue ser tão dedicado como foi um Gerry pré-óbito!

O-fabuloso-detino-de-Amélie

Voyerismo pode levar não à destruição de um relacionamento, mas a ele propriamente dito!

Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete.
Um certo dia, acaba encontrando uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo. É assim que encontra Dominique, antigo dono do apartamento – e da caixa – que chora de alegria ao reaver o seu objeto. A moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo, e a partir de pequenos gestos, passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor…

Amélie é/era uma voyer, isso é fato – ou ao menos uma interpretação. Analisava a vida das pessoas ao seu redor e envolvia-se imperceptivelmente nelas, com exceção de uma da qual ela gostaria de REALMENTE fazer parte: a vida de Nino. O casal propriamente dito pouco aparece em cena como ‘casal’, mas toda a ‘maracutaia’ que a bela arma para alcançar e conquistar o amado já faz valer oque, em uma continuação, seria um LINDO casal.

04-•-Tyler-Durden-&-Marla-Singer

Você envolveria-se com alguém que odeia? Se a resposta foi ‘não’, não negue com tanta certeza…

Jack é um executivo yuppie, trabalha como investigador de seguros, mora confortavelmente, mas sua ansiedade o perturba. A resposta para seu problema ele encontra nos grupos noturnos de apoio, onde convive com alguns ‘problemáticos’ como a viciada Marla Singer. Se não bastasse ter que aturar uma louca, Jack se vê obrigado a compactuar e viver com o estranho e genial Tyler Durden. Misterioso e cheio de ideias, Tyler monta com Jack um grupo secreto que se encontra para extravasar suas angústias e tensões através de violentos combates corporais.

O casal aqui seria considerado, na realidade, um triângulo amoroso se Tyler (spoiler!) não fosse parte do íntimo de Jack, sua segunda – e muito mais atraente e corajosa – personalidade. Mas seja com Tyler, ou com Jack, Marla é quem brilha. Helena Bonham Carter está fantástica na pele da personagem! Tyler/Jack e Marla têm um dos relacionamento menos usuais e mais interessantes de toda a história do cinema!

Brilho-Eterno-de-uma-Mente-sem-Lembranças

Que amor consegue sobreviver à acontecimentos e superar fatos que ambos os lados decidiram apagar, literalmente, de suas memórias?
Joel e Clementine formavam um casal que durante anos tentou fazer com que o relacionamento desse certo, porém, desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele.
Após saber de sua atitude, Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo e decidido a superar a questão, também se submete ao tratamento experimental…Porém acaba desistindo durante o processo e assim, começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória aos quais ela não pertence.
É a típica atitude dos apaixonados: o amor é tanto que as vezes o sofrimento que sentimos, ao ser causado pelo amado, nos dá vontade de proferir aquela velha frase: Gostaria de nunca tê-lo conhecido! Mas como dito, o amor é tanto, que sempre volta-se atrás, e muitas vezes, submete-se a passar por tudo…novamente.

O-Amor-pode-dar-Certo

O amor supera todas as barreiras imagináveis, inclusive às coisas mais naturais do mundo, como a doença, a morte.

Quando Henry Griffin descobre que tem um câncer terminal, ele decide viver o resto de sua vida ao máximo. Depois de uma tentativa frustrada de reaproximação com a mulher e os filhos, ele larga o emprego e muda-se para Greenwich Village. Enquanto assiste a uma aula sobre a morte na Universidade de Nova York, Griffin encontra Sarah Phoenix, uma mulher que afetará profundamente seus dias remanescentes. O que o mesmo não sabe, é que assim como ele, Sarah não quer se envolver com ninguém, pois também prepara-se para encarar a pior inimiga dos amantes…a morte!

Um casal que vive tudo intensamente por saber serem aqueles seus últimos momentos, e que conseguem fazer destes, os melhores de suas vidas. Não por serem únicos, mas por terem à seu lado, alguém que compreende seu estado.

Moulin-Rouge---Amor-em-Vermelho

O primeiro casal de TODAS as minhas listas sempre será aquele que proferiu uma das frases que mais me marcou: The greatest thing, that you’ll ever learn, is just to love, and be loved in return! A história se passa em 1899 e gira em torno de um jovem poeta, Christian, que desafia a autoridade de seu pai ao se mudar para Montmartre, Paris – um lugar amoral, boêmio e onde todos são viciados em absinto. Lá, ele é recolhido por ninguém menos do que Toulouse-Lautrec e seus amigos, cujas vidas são centradas em Moulin Rouge, um mundo miserável, cheio de glamour, sexo, drogas, eletricidade e – o que é ainda mais chocante – de cancã. É então que Christian se condena ao cometer o pior ato possível em meio ao antro de futilidades imorais: apaixonar-se pela maior estrela de Moulin Rouge, uma cortesã, Satine.
Seja a doença, seja o meio em que desenvolve-se seu amor, sejam as dificuldades, esta é uma das mais belas histórias de amor que já vi, e este, definitivamente é um casal que vive tudo, como se não houvesse amanhã!

E para finalizar, ano passado, o cantor francês Vincent Ludéal divulgou o videoclipe “Allez, l’amour” (“Vai, amor”) o primeiro single do segundo álbum do parisiense, lançado no inicio deste ano. O vídeo faz uma bela ( e criativa) homenagem aos casais mais famosos do cinema, confira abaixo.

Apagar as Luzes

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Meryl Streep e suas personagens reais

por em 3/03/2011 às 20:41

No inicio do mês passado publicamos a primeira imagem de Meryl Streep como Margaret Thatcher em a Dama de Ferro, filme dirigido por Phyllida Lloyd (Mamma Mia!) que mostrará desde a infância da primeira-ministra até o período mais impopular do seu governo, em 1982, quando ela tentava salvar sua carreira nos 17 dias que antecederam a Guerra das Malvinas.

E como não poderia ser diferente a expectativa de mais uma indicação ao Oscar para atriz é inevitável. Isso porque, além do inquestionável talento, Meryl Streep já interpretou outras personagens baseados em fatos reais (que sempre agradam a academia) e todas suas interpretações foram indicadas ao Oscar (mas sem nenhum ganho) e nós pesquisamos e relembramos abaixo.

O premiado diretor Mike Nichols narra a história de Karen Silkwood (Meryl Streep), funcionária de uma fábrica de componentes nucleares em uma pequena cidade do interior dos EUA: seus dramas pessoais, filhos, amores e a trajetória de simples funcionária a representante do sindicato local. Em sua luta pela saúde e por melhores condições de trabalho para os funcionários da fábrica, Karen descobriu mais do que os poderosos proprietários gostariam que ela soubesse, pondo em risco sua própria segurança.

No filme, Meryl Streep é Karen Blixe,  uma rica dinamarquesa que vai morar em uma fazenda de café no Quênia com Bror Blixen-Finecke, um barão com quem se casou por conveniência. Mas o casal vive como se fossem mais amigos do que amantes e acabam se separando e Bror vai embora. Agora Karen está sozinha na fazendo cuidando do trabalho, mas conhece Denys Finch Hatton, um aristocrata inglês que se torna seu grande amor.

Num acampamento no deserto da Austrália, Lindy Chamberlain (Meryl Streep) afirma ter visto um animal selvagem capturar seu bebê e desaparecer com a criança. O corpo nunca é encontrado, e a polícia nota aparentes contradições no depoimento da mãe e a acusa de homicídio. O caso atinge a esfera nacional, torna-se assunto de discussões e desperta o interesse da mídia, que transforma tudo num verdadeiro circo.

No filme, Roberta Guaspari (Meryl Streep) foi trocada pelo marido por uma amiga da família. Ela então decide mudar para East Harlem, onde poderá começar a dar aos seus filhos uma nova vida de uma maneira peculiar: através do violino. Mas após alguns anos, a escola começa a ter dificuldades, fazendo Roberta lutar para manter o curso em funcionamento.


A história real de Julie Powell, novaiorquina que, ao perder o emprego no governo, decide cozinhar diariamente as receitas do livro “Mastering the Art of French Cooking”, da renomada Julia Child, e narrar suas experiências em um blog.

Os 10 Filmes Indicados ao Oscar Banidos pelo Mundo

por em 21/02/2011 às 14:42

De tempos em tempos, surgem filmes famosos de temática polêmica ou com uma narrativa fora dos preceitos de uma sociedade, assim são banidos de muitos países. Mesmo alguns desses filmes quando são indicados ao Oscar, não conseguem através do respeitado prêmio o seu passe-livre ou uma entrada facilitada. O site Cinema é Tudo isso elaborou uma ótima lista com os 10 filmes indicados (e até vencedores) ao Oscar banidos pelo Mundo, confira abaixo.

Mesmo com a maior bilheteria de todos os tempos, o filme não poderia escapar de ser banido. O indicado a Melhor Filme (2009) foi removido de cinemas na China, devido à preocupação de que a trama poderia causar nos cinéfilos uma rebeldia contra os esforços do governo por forçar a remoção de populações de um local para o outro na China.

Lutando para sobreviver à Grande Depressão, uma divorciada (Joan Crawford) fica desesperada para apaziguar a avidez de sua escalada social que se casa com um playboy. A filha maldosa (Ann Blyth) flerta com o seu novo padrasto. Em 1940, o romance foi banido em Boston e proibido na Irlanda. O longa foi indicado para seis Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante ( Eve Arden , Blyth), Melhor Roteiro (Ranald MacDougall). Crawford ganhou o Oscar de Melhor Atriz.

“Nada de Novo no Front” falava soldado desiludido com a inutilidade da Primeira Guerra Mundial, o longa que ganhou o Oscar de Melhor Filme, foi brevemente apresentado na Alemanha, quando o filme foi lançado, os nazistas colocaram ratos nas salas de cinema para assustar os espectadores. Mais tarde, foi inteiramente proibido na Alemanha devido ao seu tema de anti-guerra. O longa também foi proibido na Itália até 1956.

Indicado para nove Oscars, incluindo Melhor Filme, Egito baniu este épico. Em outros lugares ao redor do mundo, líderes religiosos denunciaram que filme servia como um lembrete do adúltero entre Taylor e a co-estrela Richard Burton.

Malásia, Cingapura e Reino Unido foram assustados com esse filme de horror da menina possuída, e baniu o filme de suas salas. “O Exorcista” possuía 10 indicações ao Oscar, incluindo de Melhor Filme, mas a sua única salvação foi em dois prêmios técnicos.

Adorado por muitos e indicado a Melhor filme, “O Segredo de Brokeback Mountain”, os censores chineses proibiram a história de amor dos dois cowboys em seus cinemas. Mesmo vencedor de 3 Oscars, Os Emirados Árabes decretaram que o filme destrói “os valores e a moral da sociedade.”

Adaptado do romance de Günter Grass aclamado pela crítica , “O Tambor” ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e da Palma de Ouro no Festival de Cannes. No entanto, o filme foi proibido no Canadá (província de Ontario) e nos EUA (Oklahoma City), devido a uma cena que parece menores praticando sexo oral.

Bernardo Bertolucci recebeu uma indicação ao Oscar por “O Último Tango em Paris”, que segue a relação ímpar de um viúvo americano (Marlon Brando, indicado para Melhor Actor) e uma jovem parisiense (Maria Schneider). O filme causou muita polêmica para a chamada “cena da manteiga”. Um tribunal de Bolonha, Itália, escreveu ao proibir o filme: ofensivo à decência pública… Outras nações que proibiram o filme: Cingapura, Nova Zelândia, Portugal e Coréia do Sul.

“A Última Tentação de Cristo” provocou vários protestos religiosos no sul dos Estados Unidos, que acabou resultando na proibição em Savannah, Georgia. Mesmo quando saiu em vídeo, eles se recusaram a levar a cópia do filme para as suas prateleiras. Martin Scorsese recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor.

O filme foi indicado a quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, mas a sua história extremamente violenta causou em alguns países (Irlanda, Cingapura, Malásia, Coreia do Sul e Espanha) preocupação de haver imitação no comportamento, por isso foi banido. Mesmo o diretor Stanley Kubrick foi colocado contra a parede. O longa foi retirado do Reino Unido, após Stanley e sua família receberam ameaças de morte. O filme só voltaria depois da morte do diretor.

Fonte: Cinema é tudo isso

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Os melhores filmes de faroeste

por em 18/02/2011 às 23:00

O western é considerado o cinema americano por excelência, pois não importa onde seja filmado, no Monument Valley na Califórnia ou no interior da Espanha, a trama sempre se passa durante a colonização do oeste dos Estados Unidos. O primeiro filme americano, O Grande Assalto do Trem era um faroeste e o gênero teve dias de glória dos anos 30 aos anos 60. Apesar de muita gente torcer o nariz para o gênero graças a uma antiga sessão de filmes na televisão, o faroeste nos brinda com grandes clássicos e histórias contundentes. aproveitando a estreia recente de “Bravura indômita”, filme dirigido pelos Irmãos Coen,  que está concorrendo a 10 Oscars, O Terra montou uma lista com os melhores filmes do gênero, confira abaixo.

Filmaço de John Ford que colocou John Wayne no panteão das grandes estrelas, era inspirado por um conto de Guy de Maupassant e mostrava a vida dos passageiros de uma diligência atravessando a área indígena quando o chefe Gerônimo estava em pé de guerra.



Henry Fonda é Wyatt Earp e o sarado Victor Mature, “Doc Hollyday”, nessa adaptação de John Ford para o famoso duelo entre os dois e a família Clanton no Curral OK na cidade de Tombstone.


O filme de John Huston não é um western tradicional. Na verdade, é um dos maiores clássicos sobre cobiça e loucura ao mostrar três americanos que tentam achar ouro nas montanhas de Sierra Madre, no México. A interpretação de Humphrey Bogart é memorável.

O primeiro western psicológico, com Gary Cooper como o xerife de uma cidade que recebe a notícia de que um bando de facínoras chegará no trem do meio-dia para um acerto de contas. O duelo entre o homem da lei e os bandidos nas ruas desertas e a cena final são sensacionais.

Grande filme que discute o que é ser um pistoleiro, na trajetória de Shane (Alan Ladd), que abandona as armas para trabalhar na fazenda de uma família, mas é obrigado a voltar ao antigo trabalho quando disputas territoriais acontecem na região.

Mais uma da dobradinha Ford/Wayne em um filme que discute racismo e intolerância na história da busca, por sete anos, de uma menina que foi raptada por índios. A última cena, com Wayne e seu distinto jeito de andar, tornou-se um marco.

Gregory Peck é um marinheiro da Nova Inglaterra que, aposentado, resolve ir para o oeste e se torna motivo de escárnio entre os fazendeiros da região. Acontece que o homem tem um princípio de vida muito forte: não precisa provar nada para ninguém, a não ser para ele mesmo.

John Wayne e Dean Martin em um grande filme do diretor Howard Hawks. Wayne é um xerife que precisa da ajuda de um bêbado, de um deficiente e de um jovem pistoleiro para defender a cadeia de um bando de malfeitores que querem libertar um prisioneiro. Foi refilmado depois como El Dorado (1966) e Rio Lobo (1970).

Refilmagem livre de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. A música-tema acabou virando jingle de uma marca de cigarros. Mexicanos atacados por um bandoleiro contratam sete pistoleiros para defender sua cidade (era mais barato do que comprar armas, segundo um dos personagens).


Um senador (James Stewart), que ficou famoso por ter matado o bandido Liberty Valance (Lee Marvin), volta para a sua cidade natal para o enterro de uma amigo (John Wayne) e conta a verdadeira história do incidente. Foi o filme que transformou Marvin em um dos grandes homens maus do cinema.


A obra que transformou Clint Eastwood, egresso da TV, em um dos maiores nomes de Holywood e o primeiro western-spaghetti do diretor Sergio Leone. Pistoleiro sem nome (sempre!), com seu indefectível charuto, chega a uma cidade dividida em duas facções em guerra e acaba trabalhando para os dois lados para enriquecer rapidamente.

Eastwood retorna ao papel do filme anterior, desta vez como um caçador de recompensas perseguindo um bando chefiado pelo personagem do ator Gian Maria Volonté.

É o western número 1 do ranking do IMDB (site especializado em cinema), com Clint como “o bom”, Van Cleef como “o mau” e Eli Wallach como “o feio”, três homens que, em meio à Guerra Civil Americana, tentam chegar a um cemitério onde estaria enterrada uma fortuna em ouro. Da música de Ennio Morricone aos diálogos ferinos, é um filme perfeito.

O único filme em que Henry Fonda fez o papel de vilão, e com uma crueldade de dar medo. Charles Bronson e Jason Robards dão um show à parte.

O mestre da violência, Sam Peckinpah inovou a maneira de se mostrar o tiroteio colocando as cenas em câmera lenta e adicionando o sangue espirrando para todos os lados. O filme mostra um bando de assaltantes de banco que refugia-se no México. O massacre final é um verdadeiro banho de sangue.

Butch Cassidy & Sundance Kid(1969): baseado em dois bandidos que realmente existiram, consagrou a dupla Paul Newman e Robert Redford, além da música Raindrops Keep Falling on My Head.

A sátira do genial Mel Brooks aos filmes de faroeste é considerada um dos grandes exemplos do gênero, já que mexe com a maioria dos clichês deste tipo de filme. Homem negro é condenado à morte por atacar um branco e consegue comutação da pena se assumir o papel de xerife em uma cidade. O que ele não sabe é que as pessoas lá são racistas. Apaches falando alemão, cenas imitando desenhos do Pernalonga e anarquia total dão o tom.

Uma brincadeira de Lawrence Kasdan com o gênero western reunindo todos os grandes clichês em uma aventura formidável. Duelos, cowboys misteriosos, xerifes corruptos, cavalgadas desesperadas, está tudo lá. No elenco, Kevin Kline, Kevin Costner, Danny Glover e Scott Glenn.

A despedida de Clint Eastwood do gênero em um filme lento e tocante mostrando a história de um pistoleiro aposentado que precisa voltar às armas para defender um bando de prostitutas.

Butch Cassidy & Sundance Kid

Os melhores discursos motivadores do esporte no cinema

por em 18/02/2011 às 19:02

Já dizia o ditado popular: “Não se mexe em time que está ganhando”. Mas, quando o que falta ao time é justamente a vitória? Nada reverte tal situação de melhor maneira que  a esperiência e as sábias palavras dos treinadores. Pensando nisso, o screenjunkies, reuniu no vídeo abaixo as grandes cenas motivadoras do esporte no cinema, confira e inspira-se !

Apagar as Luzes

Lições de 40 filmes em 7 minutos

por em 10/02/2011 às 15:30

Derek Stettler, um amante da sétima arte e dono deste canal do youtube, reuniu 40 lições de vida, retiradas de 40 filmes de todos os genêros. O vídeo com 7 minutos de duração vai de drama até animação. O Resultado, você confere abaixo.


Apagar as Luzes

Via: /Film

As 10 cenas de sexo mais esquisitas do cinema

por em 4/11/2010 às 11:52

Cenas de sexo são elementos narrativos constantes e recorrentes no cinema, mas as sequências que estão listadas abaixo pelo Terra, mais do que exploram todas as possibilidades do que o sexo pode significar, em termos estéticos e éticos. Confira baixo quais as cenas que entram na seleta lista de filmes que usam e abusam do sexo e do orgasmo para criar situações, no mínimo, estranhas.

Batidas de carro excitam. Bem, pelo menos é isso que pensa boa parte dos personagens de ‘Crash’ . Alguns chegam a criar um tipo de “clube” que promovem batidas violentas entre carros e seus passageiros de hábitos estranhos

Em ‘Eu, Você e Todos Nós‘, o pequeno Robby Swersey rouba a cena quando pede pro irmão teclar, em um chat, mensagens, digamos, escatológicas. Do outro lado, a “mulher” que recebe a mensagem começa a se excitar

Jane Fonda já tinha experimentado vários orgasmos em ‘Barbarella’ quando finalmente foi lhe apresentada a “maquiavélica” máquina que quase mata a moça de tanto prazer. Prova que orgasmos também podem ser perigosos

Fazer sexo com um fantasma já é esquisito o suficiente, mas pedir pra “a” fantasma repetir a performance no dia seguinte é doentil. E Dan Ackroid, de ‘Os Caça-Fantasmas’, fez exatamente isso.

Em ‘Cocoon’, o ponto alto acontece na piscina, quando humano e extra-terrestre trocam energias pela mão e vão trocando e trocando até que…você sabe.

O cara é simpático e tal, mas fazer sexo com um pato não dá né ? (Stephany Brito que o diga)  Quem assistiu ao clássico de Sessão da Tarde, ‘Howard, o Pato‘, não esquece jamais.

Sexo entre brinquedos já é uma coisa assim meio esquisita, mas sexo entre o assustador Chucky e sua noiva, com direito a inseminação e criação de um Chucky Junior, ou melhor, Glen, é demais para a cabeça de qualquer um

Sexo virtual e as suas estranhas corporificações em ‘Passageiro do Futuro’. Nesse quesito, até o velho “papai e mãe” parece mais atraente

As coisas ficam realmente fora de controle quando você vê esses dois bonecos reinterpretando o Kama Sutra em ‘Team America: Detonando o Mundo’

No fim de ‘Alien, A Ressurreição’, Ripley, a essa altura metade humana, metade alien, se reúne à Rainha Alien em uma cena de lambidas esquisitas e, bem, a imagem é suficiente para dar dimensão da bizarrice.