
A existência de uma Árvore da Vida é reconhecida por inúmeras crenças na forma de teorias que, embora sejam diferentes, tem mesmo significado em essência – inclusive na ciência. Na Bíblia, é uma das árvores colocadas por Deus no centro do Jardim do Éden, sendo a outra a “Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal”; na Cabala, é um conceito, uma árvore é formada por dez emanações de Ain Soph, algo como uma essência universal que se manifesta em quatro diferentes planos interconectados; e na biologia é uma árvore Filogenética que representa a evolução dos seres vivos. Se disséssemos que Terrence Malick não procurou entender cada uma dessas diferente significâncias, estaríamos mentindo, visto que todas são representadas no seu novo filme, uma obra universalista que não agradará somente àqueles que buscam por blockbusters, filmes sem essência que não interagem com o “interior” do espectador.
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