Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Cinema & Afins » Destaques

Primeiro trailer de There Be Dragons

por em 15/09/2010 às 14:31

There Be Dragons, filme baseado na história de São Josemaria Escrivá de Balaguer, o fundador da Opus Dei. estrelado por Rodrigo Santoro teve seu primeiro trailer divulgado. E apesar do titulo, não têm dragões no vídeo.

Escrito e dirigido por Roland Joffé (Cativeiro), A trama se passa no tumulto da Guerra Civil Espanhola e acompanha a vida de dois jovens, Josemaria Escriva e Manolo Torres, amigos de infância separados pela tempestade política pré-Guerra e que se deparam em lados opostos do conflito. Escolhendo a paz, Josemaria torna-se padre e luta pela reconciliação através do movimento “Opus Dei” (“o trabalho de Deus”). Manolo escolhe a guerra e torna-se num espião a favor dos fascistas.

Além de Santoro, Dougray Scott, Charlie Cox, Wes Bentley e Olga Kurylenko estão no elenco. Ainda não tem data de estreia definida.

Malu de Bicicleta: Entrevista com Flávio R. Tambellini

por em 7/09/2010 às 18:01

Em parceria com assessoria em comunicação, Palavra e a  Downtowfilmes conseguimos uma série de entrevista com a equipe do filme nacional “Malu de Bicicleta” longa baseado na obra homônima de Marcelo Rubens Paiva.

E o primeiro estrevistado é o diretor Flávio R. Tambellini. Este é seu terceiro longa-metragem como diretor. Assim como Bufo & Spallanzani e O Passageiro, Segredos de Adulto, baseados respectivamente nas obras de Rubem Fonseca e Cesário Melo Franco, o filme Malu de Bicicleta é inspirado em um livro de Marcelo Rubens Paiva.

Privilegiar a literatura brasileira foi coincidência ou é uma marca sua como diretor?

Flavio Ramos - É uma coincidência e uma marca. Eu não fiquei procurando um livro, mas o livro já vem com um material dramático, já vem com desenho de personagens e isso ajuda a estruturar um roteiro. O Marcelo (Rubens Paiva) é uma pessoa muito ligada em cinema, ele vê muitos filmes e escreve meio cinematograficamente. O Rubem Fonseca também, apesar de os livros dele não serem de fácil adaptação. Já O Passageiro, Segredos de Adulto foi um caso diferente, porque o livro foi lançado depois do filme. Eu recebi o livro ainda no prelo e fiz o filme, e o filme mudou um pouco o livro também. Mas essa questão de adaptar obra literária é bacana pela estrutura dramática que você tem num bom livro. E pelo desenho de personagens. Eu tenho até um próximo projeto que não é baseado em livro, mas acho muito bom adaptá-los, sempre com 7 liberdade. Eu trabalho junto com os autores, respeitando a essência dos personagens.

Malu de Bicicleta mostra a complexidade de uma relação amorosa. O tema é denso, mas o filme equilibra humor e drama o tempo todo. Como você pensou nesta equação? O livro já dosava bem o humor e o drama ou isso foi uma característica específica do roteiro?

Flavio Ramos - É uma característica mais do roteiro. O Marcelo (Serrado) tem humor, mas ele pode ir para o lado mais amargo. Eu optei pelo humor, não pelo humor da comédia fácil, mas pelo o humor da situação. Claro que temos os conflitos do personagem, o filme não é uma comédia no sentido literal. Há algumas cenas engraçadas porque, às vezes, o cotidiano é engraçado, a situação que você está é engraçada, então essa foi a busca. Eu não quis fazer um filme que buscasse o humor a todo custo. Quando o primeiro roteiro chegou a mim, puxava muito mais para o lado engraçado. Eu estava buscando mais a observação do comportamento humano. Acho que conseguimos esse equilíbrio entre humor e drama do dia-a-dia, não existe tragédia.

Ao mesmo tempo em que se equilibra humor e drama, o filme mostra também a diferença entre um Rio de Janeiro solar e praiano e uma São Paulo cinza e urbana, cada uma com sua beleza. Há também uma espécie de bipolaridade no personagem do Marcelo Serrado (Luiz Mario), que vai da euforia ao fundo do poço.

Retratar os extremos foi intencional?

Foi proposital. Num determinado momento o filme tinha muito essa coisa Rio/SP, mas comecei a achar que isso poderia estar mais sutil. Mas, claro, o Rio é solar. A Malu – isso não tem no livro, fui eu que coloquei –, gosta de jogar futebol, de brincar e é alegre. E em São Paulo o ambiente é mais de trabalho, de balada, e chove. Pedi para o fotógrafo fazer uma cor mais quente no Rio. Eu moro no Rio, mas nasci em São Paulo, são cidades de belezas diferentes. De certa maneira o Rio representa certa liberdade, não é moral. E São Paulo tem uma coisa mais da noite, da balada, dos segredos de alcova. Seus dois primeiros filmes valorizam muito as paisagens do Rio.

Malu de Bicicleta tem muitas externas e também privilegia a beleza natural da cidade, mas faz um contraponto com a arquitetura urbana de São Paulo. Como foi a escolha das locações?
Para mim não existe filme sem a história estar ligada às locações. É um trabalho fundamental escolher as locações a dedo, e que cada uma tenha algum sentimento em relação ao personagem da história. Gosto de trabalhar o Rio de Janeiro. É um clichê isso, mas o Rio é muito cinematográfico. O que acontece é que as pessoas focam muito no Rio dos extremos, como a favela ou o cartão postal, mas a cidade tem muita locação rica, bonita e interessante cinematograficamente.

Quais são as locações mais interessantes?
Fomos para o alto da Pedra da Gávea, acho que ninguém nunca filmou lá. É uma pirambeira, mas esse filme pedia isso. Subiram cerca de 20 pessoas da equipe com câmera e equipamentos. Foi cansativo. Teve uma locação no Rio, 8 onde filmamos o apartamento do Luiz (personagem do Marcelo Serrado), que é como se estivéssemos em São Paulo. Esse apartamento, que fica em Ipanema, é o único na cidade que foi projetado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, um dos maiores nomes da arquitetura no Brasil. A gente teve que filmar mais no Rio, até por uma questão de agenda dos atores. Foram três semanas no Rio e uma em São Paulo. Mas o que foi feito no interior dos espaços tem bastante a cara de São Paulo. Fizemos um ótimo trabalho de direção de arte. Gosto também de filmar em lugares que eu conheço, de registrar lugares que tenho intimidade. Filmamos no Leblon, no aeroporto Santos Dumont, no bar Azul Marinho, no Arpoador. Em São Paulo filmamos na Praça Pôr do Sol, no Mercado Municipal, na Avenida Paulista, no Monumento aos Bandeirantes. Como era preciso estabelecer muito essa relação Rio/SP, tínhamos que optar por locações mais emblemáticas.

Houve filmagens em estúdio?
Não teve estúdio. Filmamos basicamente no Galpão Ação da Cidadania, que serviu para as locações da boate e do escritório do Luiz (personagem de Marcelo Serrado). Utilizamos esse espaço como se fosse um estúdio. E filmamos muito dentro do apartamento em Ipanema. Então consideramos esses lugares quase como estúdio. Filmamos também dentro da minha produtora. Várias locações foram construídas lá dentro, como o quarto da vizinha do Luiz Mario, a sala do detetive e outros.

Como surgiu a ideia deste projeto?
O projeto veio através do Marcelo (Serrado). Eu gosto muito do Marcelo, acho que ele é um ator com um ótimo tempo cômico. Ele tem esse lado meio produtor, de estar buscando os projetos, e me trouxe o livro. De cara eu estava com outras ideias e tive uma dificuldade inicial de entrar no projeto. Mas foi crescendo a partir do momento em que fui trabalhando o roteiro. Trabalhei como Bruno Mazzeo, com o João Avelino, e voltei a trabalhar com o Marcelo (Rubens Paiva).

Quais as principais diferenças entre o livro e o roteiro do filme?
No Malu filme, a gente enxugou o livro, pegou mesmo a essência da história. O livro é cheio de memórias dos personagens que não cabiam no filme. Eu não queria fazer um filme de flashbacks, de psicologismos. O que me interessou no livro foi uma história contemporânea, sobre a incapacidade da comunicação na época da internet, da comunicação virtual. O medo de gostar, as relações, isso me interessou.

E como foi a escolha do elenco?
Quando o Marcelo (Serrado) trouxe o projeto, logo pensei nele como protagonista e hoje, assistindo ao filme, percebo que não pensaria em outro ator para o papel. A produtora de elenco Ciça Castello me falou sobre a Fernanda de Freitas. Eu a vi numa peça de teatro (A Ver Estrelas, de João Falcão). Ela é uma batalhadora, veio do interior de São Paulo e é muito talentosa.Testei várias atrizes, mas ela tinha uma coisa do interior que eu curti. É uma menina que cresce na tela. Houve uma química ótima entre ela e o Serrado. Eles ensaiaram 9 muito, ficaram amigos. Ela é muito meiga e ao mesmo tempo engraçada, e isso ajudou a quebrar o Marcelo (Serrado). Eu não queria que ele ficasse galã. O resto do elenco foi se formando. A Marjorie Estiano me procurou. Eu já a admirava, a via nas novelas e a achava boa atriz. Não é um elenco óbvio com duas mulheres estonteantes, mas sim duas meninas que combinam. Trabalhei muito com atores de teatro, como o Thelmo Fernandes, o Marcos Cesana, o Otávio Martins, a Maria Manoella e a Daniela Galli. Acredito em atores de teatro misturados com pessoas de cinema.

Como se deu a preparação do elenco? Como você atua na direção de atores?
É na relação com o ator que eu me motivo para fazer um filme. Isso desde o Bufo & Spallanzani, que foi meu primeiro filme. Ali, com o Tony Ramos, José Mayer, eu vi que se você tem uma relação forte, se é compreendido pelos atores, você está com o filme na mão. Eu não acredito muito nesses ensaios exaustivos,
nem em preparações longas com ator, acredito muito na compreensão do personagem, de você conversar e depois ensaiar. A gente fazia leituras e ensaiava cenas, mas não ensaiamos nos locais de filmagem. A gente ensaiou bastante, principalmente o Marcelo (Serrado) com a Fernanda (de Freitas), mas era muito mais um ensaio da compreensão de como era o clima filme, do que um laboratório.

Você produziu grandes filmes brasileiros, como por exemplo A Ostra e o Vento, Carandiru e Terra Estrangeira. Qual a influência da sua experiência como produtor na realização de seus filmes como diretor?
Não tenho a cultura do desperdício. Não no sentido financeiro, mas de saber exatamente o que levar para tela. Estou cansado de ver dias de filmagens jogados fora por teimosia ou insegurança. Eu sabia que tinha que fazer esse filme rápido. Entendi onde eu deveria focar e que valores de produção eu deveria colocar no filme. Eu sabia que o apartamento tinha que ser bacana, assim como o espaço da boate. Por isso nós investimos nessas locações.
Acredito que em certos filmes você tem que saber escolher onde deve investir. Tem filme que é de figuração, tem filme em que você investe nas cenas grandes, outros são de época. Malu é um filme basicamente de atores, mas no qual as locações deveriam dar credibilidade. Isso é uma visão de produtor, porque eu sei o que fica na tela depois. Eu sei que o que fica na tela é o que a lente vê.

Qual é o orçamento do filme?
Cada vez mais eu acredito que ou você faz um filme com muitos recursos, mas caro, ou você tenta fazer um filme mais barato. Os filmes de médio orçamento não fazem tanta diferença. No caso de Malu, eu e a equipe queríamos mostrar que dava para fazer um filme com qualidade, mas sem muito dinheiro. Fizemos com R$ 1,3 milhão, que para o tamanho do filme é muito pouco. Filmamos em quatro semanas, com uma câmera de alta tecnologia digital com lente de cinema, e depois passamos o filme para película. O acabamento é de primeira. Esse filme teve a parceria da Downtown Filmes desde o início. Nós começamos a filmar já com uma distribuidora, o que faz toda a diferença. Eu já tive filmes mais caros em que isso não existiu. Esse foi todo estruturado. É um filme, por exemplo, que o Canal Brasil já comprou no roteiro. Eu nunca tinha feito um 10 filme com uma equação tão bem desenhada. Não é um filme de lançamento grande, mas está todo amarrado.

Qual o conceito da trilha sonora, assinada por Dado Villa-Lobos?
A trilha do Dado é um dos pontos altos. O primeiro longa da vida dele foi comigo (Bufo & Spallanzani), ele nunca tinha feito trilha antes. A gente fez um trabalho forte no Bufo e as pessoas gostaram. No meu filme seguinte, por uma série de questões, fiz a trilha com o Berna e o Kassin. Mas eu queria voltar a trabalhar com o Dado. Agora eu trabalhei com outro Dado, mais trilheiro de cinema, sempre pensando no clima do filme, então foi muito legal. Ele estava acompanhado de músicos ótimos, como o Carlos Laufer, e nos brindou com uma canção original que o Fausto Fawcett fez em cima da história do filme.
Tem alguma música no filme que não seja da trilha original?
Sim. Temos uma canção italiana (Parlamo de Amore), que Marcelo Serrado canta, e uma antiga do Dado Villa-Lobos cantada pela Paula Toller. Tem uma música da banda do meu filho, Experiência de Lucy, e tem uma canção do Quito Ribeiro, que é um dos editores do filme e também é compositor e cantor.

Qual é a importância da trilha sonora no filme?
Pode parecer óbvio, mas a trilha serve ao filme. Eu queria fazer a trilha com um lado dance/house que é São Paulo, com o clima da noite paulista, bem eletrônica e dançante. Tem um lado romântico, que é a história dos dois (Marcelo Serrado e Fernanda de Freitas) e também o lado misterioso, que é uma trilha onde ele tem os acessos de ciúmes e de loucura. Por isso que eu digo que é uma trilha, fiz bem trilha mesmo.

Os trailers falsos de Grindhouse

por em 2/09/2010 às 13:01

Quando foram lançados há 3 anos atrás no projeto “Grindhouse”  de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, “À Prova de Morte” e Planeta Terror, vieram acompanhados de quatro trailers falsos, são eles; Werewolf Women of the SS, Don’t, Thanksgiving e Machete. Este último acaba de ganhar um filme solo, mantendo o enredo e o clima do trailer original. O filme, que estreia amanhã nos E.U.A e  15 de Outubro no Brasil, acompanhará Danny Trejo, o  Machete, que  aceita uma oferta para cometer um assassinato.

Com elenco  cheio de estrelas (de Steven Seagal a Robert De Niro) e muito sangue ao melhor estilo trash são os grande ingredientes do filme dirigido por Robert Rodriguez, confira o trailer

Apagar as Luzes

Se a moda pegar, confira abaixo os outros três trailers falsos também podem virar filmes.

Mulheres Lobisomens (Werewolf Women of the SS)

Dirigido por Rob Zombie (Rejeitados pelo Diabo), é inspirado nos longas trash como Lisa, she-wolf of SS, estrelado por Sheri Moon Zombie, Udo kier e Nicolas Cage interpretando o diabólico Fu Manchu. Na premissa, durante a segunda Guerra Mundial, os nazistas estavam a frente dos americanos em pesquisas genéticas. No campo de concentração número 13, o comandante Franz desenvolve uma maneira de tornar fuhrer vitorioso: Transformar a guarda de elite alemã em lobisomens, confira trailer.

Apagar as Luzes

Não! (Don’t)

Dirigido por Edgar Writh ( Chumbo Grosso, Todo mundo quase Morto), estrelado por Jason Isaacs, Katie melua e Nick Frost o trailer é inspirado nos clássicos B ingleses, onde nenhum ator tem fala enquanto as cenas com  efeito de colagem e frases do tipo “Não pense entrar nesta casa” desfilam na tela, fazendo uma grande homenagem ao estilo que era comum nos anos 70;

Apagar as Luzes

Ação de graças (Thanksgiving)

Qual é o único feriado não explorado pelo cinema de terror ? Quem além do  Eli Roth pensou em ação de graças, acertou na mosca. O trailer estrelado por Jeff Rendell, Michael Biehn e Jay Hernandez acompanha o serial killer o peregrino que mata sem motivação e muita uma família

Apagar as Luzes

Cobertura 21º Festival Internacional de Curtas-Metragens

por em 27/08/2010 às 16:27

Realizado pela Associação Cultural Kinoforum e criado por Zita Caravalhosa, há 21 anos o festival internacional de curtas-metragem presenteia a cidade de São paulo com um circuito gratuito de exibições de mais de 400 obras em mais de oito salas por toda a cidade. Convidados à participar do evento de abertura do festival, ocorrido na noite do dia 19, nós do Cinema & Afins marcamos presença e celebramos este que é um dos mais adaptáveis meios de expressão audiovisual.

Além de corresponder às mais diversas propostas e condições, o curta-metragem mantém-se dinâmico por dar suporte a expressões artísticas pouco convencionais, transgressoras e independentes,fato comprovado pelos 5 filmes apresentados na sessão de abertura. Abaixo, confira mais detalhes sobre o Kinoforum, o evento e os curtas exibidos na noite de abertura. Confira abaixo o vídeo do festival

KINOFORUM

Criada em 1995, a Associação Cultural Kinoforum é responsável pela realização de inúmeras atividades e projetos, além de apoiar o desenvolvimento da linguagem e da produção cinematográfica, com destaque à promoção do audiovisual nacional.
Entre algumas das atividades pelas quais a entidade sem fins lucrativos é responsável, encontramos o Curta Kinoforum – Festival internacional de curtas-Metragens, as oficinas Kinoforum da realização Audiovisual, o guia de festivais, o site kinooikos.com, o festival Video Tela Digital, o Kinolounge, as oficinas Crítica Curta, e o Seminário Curta & Mercado, também realizado este mês.

CURTA & MERCADO

Seminário de Comercialização de conteúdos audiovisuais de curta duração e discussão sobre viabilidade econômica do formato, o evento é realizado em parceria com a Secretaria do Audivisual do Ministério da Cultura e a ABD Nacional.
Ele conta com a presença de convidados ligados à realização, exibição e distribuição de curtas; e é um evento que tem a pretensão de aprofundar o debate acerca de modelos de comercialização para curtas e propor ideias para um novo marco legal para o setor.

O Festival

Realizada na noite do dia 19 de Agosto, no SESC Vila Mariana na cidade de São Paulo, a abertura do 21º Festival de Curtas-Metragens foi um evento que visou proporcionar mais que diversão aos convidados, mas uma conscientização da importância do formato curta para a valorização e comercialização do material nacional de audiovisual. Abrindo a sessão com apresentação dos responsáveis pelo patrocínio e realização do festival, estava a atriz Bárbara Paz.

Após agradecimentos e exibição de 5 curtas – os quais você confere as críticas logo abaixo – houve um coquetel de confraternização entre os presentes, onde foi possível a interação e discussão sobre, não somente os filmes exibidos na noite, mas a realização do festival como um todo. A criadora do festival, Zita Caravalhosa, também estava entre os presentes e, em seus agradecimentos, frisou a real intenção da realização e motivos da criação do Festival, tornando a noite ainda mais prazerosa aos amantes do cinema.

Ao todo, foram exibidos cerca de 407 filmes no formato curta-metragem em 8 salas dispostas pela cidade de São Paulo, todos em sessões gratuitas que encerram-se na noite do dia 27 de Agosto. Na programação, contamos com as sessões: Mostra Internacional, 71 filmes de mais de 30 países dispostos em 10 sessões que revelam uma curta e aguda visão do mundo, contando com diversos ganhadores de prêmios importantes em festivais de todo mundo; Mostra Latino-Americana, uma produção ampla de mais de, ao todo, 36 curtas de países como Cuba, Costa-Rica e Venezuela; Mostra Brasil, com 54 filmes de 14 estados nos quais podemos conferir a autonomia e caráter do audivisual brasileiro; Panorama Paulista, que pretende ampliar avisão sobre a produção do estado de São Paulo com apresentação de 30 filmes; Cinema em Curso, que faz parte da parceria com escolas audiovisuais desenvolvidas pelo festival e apresenta projeções de caráter universitário que concorrem ao Prêmio Revelação;KinoOikos – Formação do Olhar, produções realizadas em oficinas audiovisuais, pontos de cultura e produções populares formada por 38 curtas-metragem de 13 estados; Oficinas Kinoforum, realizadas desde 2001 visando aproximar da linguagem audiovisual a população das diversas comunidades por onde passa; não esquecendo, claro, dos programas especiais, onde encontramos os programas Arte na Tela, Documentários Animados, Imagens Narrativas, Retratos de Artistas, Aires Argentinos, Semaine Internationale de la Critique, Festival de Cinema de Tampere – 40 anos, Sapporo Short Film Festival, Curta o Sexo, Cachaça Cinema Clube, Fucking Diferent São Paulo, Dark Side, Curtas&Boas, Unidos na Paixão, Kinolounge, Linguagem [e] Técnica, Noites de Kino, 10+ Selecionados pelo Público e a Mostra Infanto-Juvenil.

Curtas- Metragens da Abertura

SUHAKSIHUM / MATH TEST de Yumi Jung, Coréia do Sul, 2010 – 2′ P&B 35mm – parte da Seleção oficial 60th Berlinale

Yujin está ocupada resolvendo problemas de matemática durante uma prova quando, repentinamente, um garoto pula de dentro de sua cabeça, acabando com toda sua concentração. Curta divertidíssimo totalmente em animação.

THE SPINE / A COLUNA de Chris Landreth, Canadá, 2009 – 11′ cor 35mm

Imagens bizarras, embora estranhamente críveis, nos levam a história de um casal cuja vida é trágica, absurda e bela. Produção com visual magnífico que nos envolve e leva à sentir o drama da vida do casal.


THE SIX DOLLAR FIFTY MAN / O HOMEM DE SEIS DÓLARES E CINQUENTA de Mark Albiston e Louis Sutherland, Nova Zelândia, 2009 – 15′ cor 35mm – Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2009

Na Nova Zelândia dos anos 70, um garoto corajoso vê-se forçado a romper com seu mundo de superherói de faz-de-conta para lidar com valentões do playground. Uma produção encantadora que nos passa além da simplicidade do ‘ser criança’, uma nostalgia da pureza dos sentimentos.

LAS PELOTAS de Chris Niemeyer, Argentina/Suíça, 2009 – 14′ cor 35mm

Em tempos de crise, dois pais fazem de tudo para tentar melorar suas vidas através do futebol de seus filhos, mesmo que seja necessário ter que arranjar…outro filho. Um curta de muita comédia que arranca risos do começo ao fim por sua história incrível.

RECIFE FRIO de Kleber Mendonça Filho, Brasil, 2009 – 23′ cor 35mm – Melhor filme, roteiro e diretor no 42º Festival de Brasília de 2009; Melhor filme no Festival Luso Brasileiro de Sta. Maria da Feira, 2009; Melhor Filme na 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes, 2010; Melhor diretor e Roteiro no 14º CinePE, 2010; Selecionado para Rotterdam Int. FF, na Holanda, 2010

A cidade brasileira de Recife, que já foi tropical, agora é fria, chuvosa e triste, depois de passar por uma desconhecida mudança climática. Impossível não assistir à esse filme e se encantar por sua fantasiosa trama que transforma uma das cidades mais quentes do nosso ‘país tropical’ em um cenário cinzento e congelante. Simplesmente hilário!

Para informações sobre eventos culturais na cidade de São Paulo, acesse: A comunidade do São Paulo Cultural e o Blog  Grátis em São Paulo !

Trailer de Malu De Bicicleta

por em 12/08/2010 às 2:10

“Malu de Bicicleta”, longa baseado na obra homônima de Marcelo Rubens Paiva, é o terceiro dirigido por Flávio R. Tambelini, que também foi produtor de “Sonhos Roubados,  teve seu trailer oficial divulgado, confira o vídeo abaixo.

Apagar as Luzes

Na trama, Luiz é um bem sucedido empresário da noite paulistana. Conquistador inveterado, tem sua vida completamente modificada quando Malu, uma carioca linda e bem resolvida, o atropela com a sua bicicleta na orla do Rio de Janeiro. Um encontro inusitado que desperta em Luiz sentimentos que pareciam não existir em sua vida.

Malu de Bicicleta” foi exibido pela primeira vez no Festival de Paulínea, em julho deste ano e levou o prêmio de melhor direção e melhor ator para Marcelo Serrado e melhor atriz para Fernanada Freitas .

Ainda estão no elenco nomes como Marjorie Estiano, Daniele Suzuki, Fábio Lago e Marcos Cesana. A estréia comercial do longa acontece em setembro.

As primeiras imagens de Jeff Bridges em Bravura Indômita

por em 12/07/2010 às 10:40

A refilmagem do western Bravura Indômita (True Grit) dirigida pelo irmãos Coen acaba de ter suas primeiras fotos do set de filmagens divulgdas pelo Blog de Joe M. O’Connell . As fotos revelam o visual de Jeff Bridges no mesmo papel de vivido por John Wayne no original, confira Bridges com direito a tapa- olho.

Na história, uma garota de 14 anos, Mattie Ross  ao lado de um velho xerife, parte em hostil terreno indígena atrás de Tom Chaney , o assassino do pai da menina.

Matt Damon, Barry Pepper, Hailee Steinfeld e  Josh Brolin também estão no elenco.

A estreia está marcada, nos EUA, para 25 de dezembro. No Brasil,  chega em 21 de janeiro de 2011.

Segundo trailer de Machete

por em 8/07/2010 às 23:47

“Machete”, novo filme de Robert Rodriguez, baseado no trailer falso de “Planeta Terror”, estrelado por Danny Trejo e Michelle Rodriguez teve seu segundo trailer divulgado, veja o vídeo recheado de cenas inéditas.

Na Trama , após Machete se envolver com um traficante de drogas (Steven Seagal), ele aceita uma oferta para cometer um assassinato. O Dr. Benz (Jeff Fahey) contrata o assassino para matar um senador corrupto (Robert De Niro).Para a missão, o anti-herói conta com a ajuda de Luz (Robert Rodriguez), Padre (Chech Marin) e April (Lindsay Lohan), uma socialite que possui habilidade com armas. Enquanto se prepara, ele é perseguido pela agente Sartana (Jessica Alba). Dirigido por Robert Rodriguez “Machete” tem estreia prevista para Setembro